Geração Selfie

A empresa EPJ Data Science fez uma pesquisa com 44 mil posts do Instagram. Foram 166 pessoas analisadas (algumas com depressão já diagnosticada).

Resultado:

  • As imagens de pessoas com depressão tinha poucas cores e também poucos likes.
  • Elas usam recurso para deixar a foto cinza, azul, preto e branco.
  • Postam foto de selfie ou com poucas pessoas.

A depressão é uma doença. É sinal de alerta!

A selfie muitas vezes pode indicar alguém que está sozinho pedindo ajuda e não consegue falar.

Quem saber mais sobre a pesquisa? Acesse aqui.

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#SocialMedia O que as pessoas pensam sobre os parlamentares do DF?

Este é o post de estreia da jornalista Arielli Pereira aqui no Blog Social Media. Ela fez esta pesquisa para obter a opinião das pessoas sobre os deputados distritais durante o período eleitoral este ano. Se você também tem uma pesquisa ou artigo, pode enviar também! Confira:

A pesquisa (sobre a percepção das pessoas em relação a inserção de deputados distritais nas redes socais durante a campanha eleitoral de 2014) foi realizada por meio de uma enquete online. Teve como objetivo entender como as pessoas do Distrito Federal lidam com as inserções políticas nas redes sociais em época de campanha. A ideia da enquete online nasceu por conta do meu trabalho de conclusão de curso e ficou disponível nas redes sociais do dia 15 ao dia 25 de setembro de 2014, no Twitter e no Facebook.

No total, foram 139 pessoas que responderam ao questionário, porém 12 delas não são residentes do Distrito Federal, portanto, foram descartadas, pois o foco eram apenas eleitores do DF. Das 127 pessoas que responderam ao questionário eram, em sua maioria, jovens entre 19 a 29 anos e 58% eram mulheres e 42% homens.

Todos afirmaram utilizar as redes sociais e as três mais usadas pelos eleitores do DF foram o Facebook, Youtube e Instagram, como mostra o gráfico.

pesquisa SM

Percebe-se que 81% das pessoas se interessam por política, porém apenas 46% tem interesse em participar de práticas que influenciem na política.

Os telejornais são os meios de comunicação mais utilizados pelos eleitores para se informar sobre o processo eleitoral, ou seja, 74% dos entrevistados afirmaram fazê-lo. As redes sociais também tiveram um número significativo, porém o Facebook foi a rede social mais utilizada para que os eleitores pudessem se informar sobre este processo.

pesquisa SM2

Apenas 6% deles afirmaram que podem ser influenciados pelas redes sociais no momento de definir o seu voto.

Outro dado curioso, foi o seguinte, 83% das pessoas não se sentem incomodados com a inserção política nas redes sociais e 77% acharam úteis as campanhas onlines, porém 63% deles, mais que a metade dos participantes, afirmaram não seguir os candidatos nas redes. Portanto, é preciso rever uma forma de alcançar estes eleitores que acreditam que as campanhas eleitorais são úteis, porém não seguem candidatos.

Há uma semana do dia da votação, 52% dos entrevistados não sabiam em qual deputado distrital iriam votar. Será que faltou divulgação das redes sociais dos candidatos? Os deputados estavam preocupados com as campanhas tradicionais nas ruas? Ou isso se deu pelo fato, destes deputados serem “esquecidos”? Não se sabe ao certo, porém é válido investir nas redes sociais em época de campanha, tendo em vista que, as pessoas estão nestas redes para debater sobre diversos assuntos, inclusive política.

Foi constatado que os entrevistados estão nas redes sociais para debater e poucos são influenciados pelos candidatos a deputados distritais através das mídias sociais, apenas 6% como já foi dito anteriormente.

Em época de campanha muitos políticos, inclusive deputados distritais, não possuem recursos para realizar campanhas grandiosas, por isso é interessante possuir um público-alvo e fazer com que eles queiram aderir à campanha voluntariamente, conquistar o eleitor pelo coração.

O marketing 3.0 pretende estabelecer um relacionamento de amor com o cliente, ou seja, satisfazer as necessidades, criar aspirações e ajudar o planeta.

(Fabiano Damiati)

Ainda sobre a pesquisa, 85% das pessoas afirmaram não participar de atividades com os candidatos, portanto é valido conquistar o eleitor e ganhar ajuda voluntária durante as campanhas, assim como fez Barack Obama.

As redes sociais são essenciais em uma campanha eleitoral, as pessoas aprovam esta prática, porém, de acordo com a pesquisa, ainda não interagem com candidatos a deputados distritais.

Facebook: 800 milhões de usuários

Usuários? Para algumas pessoas pode ser uma dependência mesmo! 🙂 Entretanto este post não é para analisar os casos de Psico x Facebook.

Compartilho aqui este infográfico que também foi divulgado no Mashable:

Números surpreendentes: diariamente cerca de 2 milhões de posts recebem likes ou comentários. Além disso também são realizados uploads de 350 milhões de fotos. 

Esse dado de notificações (likes e comentários) pode significar enfim a migração das discussões das comunidades do Orkut para o Facebook. Lógico que algumas comunidades continuam bem ativas lá e a sua existência vai depender desse grupo de pessoas que as mantém. Contudo esse número significativo de comentários diários podem mostrar na prática essa mudança.

O desafio é na hora de colocar o “cliente” nessa discussão: “ouvindo” bem para oferecer um bom serviço e respondendo para criar um relacionamento.

Desafio diário!

Revolução!

Desde o início deste ano eu acompanhei grupos de discussão sobre o uso das mídias sociais nas mobilizações dos países: Tunísia, Egito e outros. Acredito sim que o uso destes canais ajudou em todo o processo! Os líderes mundiais estão tão preocupados com isso que, hoje, há países que não acessam nada por meio do Google, nem Facebook. Quer um exemplo? A China.

Na última semana, a Universidade de Washington divulgou um estudo, o Projeto sobre Tecnologia da informação e o Islã Político. Nele, foram analisados mais de 3 milhões de tweets envolvendo as mobilizações na Tunísia (janeiro) e no Egito (fevereiro).

Segundo o estudo, as mobilizações foram bem sucedidas porque os ditadores (e seus aliados) não tinham noção do poder das mídias sociais.

Números

  • Na Tunísia, 20% dos 10 milhões de habitantes usam redes sociais. Segundo o estudo, 1 em cada 5 blogs analisava o governo no dia da renúncia de Zine Ben Ali;
  • Em dois meses, foram mais de 13 mil tweets com a tag #sidibouzi (oficial da revolta).
  • No Egito, há 82 milhões de habitantes e 10% de acesso às mídias sociais.
  • Foram mais de 2,3 milhões de tweets usando a tag #egypt (dados da pesquisa entre 14 de janeiro e 24 de março).

Trazendo para nossa realidade tupiniquim…nem prefeitos, vereadores, deputados (estaduais/federais), senadores, governadores e presidência também têm perfeita noção disso.

Não podemos generalizar, pois há sim governantes presentes nas mídias sociais e monitorando o que falam sobre seu trabalho. Entretanto há muitos que ainda não usam como canal de relacionamento. Inclusive a própria presidente, que não atualiza seu Twitter desde que ganhou a eleição em 2010 (Entretanto tenho que elogiar o trabalho feito pelo Blog do Planalto, quando analisamos o fator “cobertura”).

Nosso país já teve gerações que fizeram mobilizações de ir para a rua e tirar presidente corrupto. Na época, nem MSN era usado. Hoje, percebo que estamos voltando a nos organizar. As mídias sociais estão sendo usadas amplamente. Só falta conseguirmos retirar do poder quem não está fazendo o trabalho para o qual foi eleito!

As mobilizações de verdade não são apenas números e fakes com retweets automáticos. Elas são feitas por pessoas que lutam por seus ideias e querem a solução de um problema. Podemos analisar isso com número de tweets, likes e compartilhamentos, mas isso só será revertido como algo positivo quando a consequência for um fato concreto! 

Top Users do Twitter e influência…

Fui pesquisar no Twitter Accounter a nova lista dos Top Users da rede, mas por enquanto o ranking continua o mesmo: Lady Gaga, Justin Bieber, Barack Obama e Britney Spears entre os primeiros. A maioria dos perfis são de artistas com algumas exceções como o jornal New York Times e perfis de aplicativos como o Snaptu.

Podemos destacar na 14ª posição o perfil Twitter en español com 5.751.973 seguidores.

O primeiro representante do Brasil nesta lista é o jogador Kaká, com 4.893.469 seguidores.  Ele está na 23ª posição.

Aqui também vale aquela análise que tem muitos seguidores não está necessariamente ligado a ser influente. Se você twita muito isso quer dizer que você participa bastante da rede. Influência está ligada a mobilização, que é quando as pessoas se envolvem nas discussões propostas por outro usuário.

Vamos aprendendo…

Audiência da Internet no Brasil

Você sabia que o Brasil é o país da América Latina com mais usuários de internet? Depois dele vem o México e a Argentina. Isso foi divulgado no estudo do grupo comScore : State of The Internet in Brazil.
Recomendo que vejam a apresentação do estudo nem que seja para discordar.  No início, ele explica que o Brasil possui 40 milhões de usuários e que ainda estamos chegando no nível do Japão (49 milhões). Em primeiro lugar está a China e depois os Estados Unidos.
Outro dado curioso é o de acesso por meio de celular. Ele explica o que os usuários mais procuram. O destaque vai para: dicas de cinema, previsão do tempo e mapas. Segundo a comScore, o auge dos acessos no Brasil, foi na época das eleições presidenciais. Também foi feita análise dos sites de Marina, Dilma e Serra.
Qual a sua opinião sobre a pesquisa do grupo comScore?

Bilhões de faturamento com publicidade online

Foi divulgado no Wall Street Journal que a previsão de faturamento da publicidade online para os próximos anos é de 100 bilhões de dólares. Você imagina como Facebook, Google e Twitter devem estar empolgados com essa previsão? Cada clique tem seu preço e nesse bolo todo mundo quer sair ganhando, claro!

No Brasil, a publicidade na TV ainda ganha mais que na internet. Entretanto isso está mudando, pois segundo a pesquisa Projeto Inter-meios, na internet, o faturamento aumentou 27,9% em 2010.

Isso representa novos contratos, mudança de pensamento das corporações e a necessidade de aprimoramento dos serviços oferecidos. Não estou falando somente das agências. Também incluo as próprias empresas que mais faturam com a publicidade online (leia-se Facebook, Google e Twitter), pois precisam melhorar seus serviços e evitar bugs.

Um exemplo disso é a preocupação do Google no momento. Segundo declaração do vice-presidente para gestão de produto, Neal Moahn, a companhia possui mil engenheiros trabalhando no mundo inteiro para resolver problemas e dessa forma melhorar os serviços do Google. A matéria do Wall Street Journal também divulgou que estão sendo planejadas novas estratégias de anúncios no Youtube.

Quanto custa um clique ou um like? 🙂