Arquitetura da Informação – Como criar um Aplicativo?

É essencial que o Arquiteto da Informação (AI) participe de todas as etapas para criação do Aplicativo. Isso pode parecer normal e desnecessário citar (para quem não é deste mercado), mas a falta desse profissional é uma falha em muitos projetos. Quem vai descobrir o problema no final? O usuário e em seguida o proprietário da iniciativa, pois vai ver que o objetivo do seu projeto não foi alcançado.

Separamos as etapas para breve descrição da importância do trabalho do Arquiteto da Informação me cada uma delas:

Briefing 

O AI vai saber obter do cliente as informações necessárias para a boa desenvoltura do projeto. Afinal é importante saber o objetivo, para que o aplicativo serve e quem teria interesse em usar a plataforma.

Planejamento e avaliação do mercado

Nesta fase você tem rascunhos e organização das informações sobre o que os aplicativos concorrentes já oferecem. A interface é avaliada cuidadosamente, pois além da inspiração, o arquiteto da informação também aposta naquilo que já sabe que o público é bem habituado a usar.

Criação do protótipo

No mercado, há diversos softwares para que o AI coloque em prática seus rascunhos. Em seguida serão desenvolvidas todas as telas do Aplicativo pensando no usuário final, todos os cliques, seus costumes e formas de facilitar seu uso. Aqui tem uma lista de ferramentas para prototipagem.

Fase de testes

O trabalho do AI não termina ao criar o protótipo de aplicativo. Ele vai acompanhar e testar o softwares nas diversas plataformas (onde ele será acessado). Em seguida vai fazer um report para ver se ele atende às normas e parâmetros já definidos pelo mercado.

Gostaram? Em breve vou publicar mais dicas com suas devidas especificações.

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O que é a pirâmide invertida?

Colocar as principais informações no tópico frasal (primeira frase do parágrafo) e em seguida responder as principais perguntas sobre o que,quem, como, onde, quando e por quê.

Você produz conteúdo para a Internet? Sabia que pode utilizar algumas técnicas de Jornalismo para aprimorar seu trabalho? Pois então, é por isso que este post é sobre a pirâmide invertida.

Segundo Felipe Pena, no livro Teoria do Jornalismo:

  • Em síntese, pode-se afirmar que o lead exerce uma série de funções no relato. Elas são as seguintes:

 

  1. Apontar a singularidade da história;

  2. Informar o que se sabe de mais novo sobre um acontecimento;

  3. Apresentar lugares e pessoas de importância para entendimento dos fatos;

  4. Oferecer o contexto em que ocorreu o evento;

  5. Provocar no leitor o desejo de ler o restante da matéria;

Parece simples, nem todo jornalista coloca isso em prática. Quantas matérias você já viu por aí que não esclarecem nada: “fulano disse”, “fulana não identificada”, etc.

Não precisa apenas analisar matéria. Basta pesquisar alguns posts de Páginas de Facebook, Twitter ou mesmo vídeos do Youtube. As pessoas ficam com dúvidas e comentam. Até se você colocar o lead completo corre o risco das pessoas perguntarem sobre o que já está escrito lá. Agora, imagina se você não coloca todas as informações?

Histórico

O lead e o uso da pirâmide invertida é uma clara influência dos EUA no Brasil. Foi implementado aqui na década de 50. O responsável foi Pompeu de Souza, no jornal Diário Carioca.

Pode salvar este post para quando for conferir o gabarito do seu próximo concurso na área de Comunicação!

Gostou? Aguarde as próximas dicas do Blog Social Media.

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Como criar conteúdo para o Stories?

Informação é toda novidade dentro de um sistema. E qual é a novidade dos Stories? É a vida do outro, o que está fazendo e a suposta felicidade do cotidiano. O mundo dos Stories começou com o Snapchat em outubro de 2013. Desde então, uma novidade dura no máximo 10 segundos.

Vamos trazer a Teoria da Informação para esta análise. Aquilo a que nos referimos como sistema é um conjunto organizado de elementos diferentes agrupados por uma unidade de funções.

No livro “Teoria da Comunicação”, de Luís Mauro Sá Martino, é citado como exemplo uma sala de aula com alunos e o professor. No cotidiano não haveria nenhuma informação. Todos os alunos são os mesmos, o professor e o ambiente também. Mas se chega um aluno novo, é informação, é novidade! Se chega um aluno com cabelo de uma cor nova, é informação, é novidade!

“A repetição de um dado diminui a taxa de informação na medida em que diminui a novidade”

Viu como a Teoria não está tão distante da realidade. Vamos raciocinar!

O Storie é um formato “novo” de conteúdo. Pois, não é tão novo, já que começou em 2013. É uma nova adaptação da realidade que antes era divulgada por meio de scrap no Orkut, de post no Blog, no Twitter, no mural do Facebook.

Antes de discutia a adaptação das obras de um livro para o cinema ou televisão. Agora, é como fazer isso de um post no mural do Facebook para transformar em Stories interessante para o público.

Quer saber como criar conteúdo para Stories? Vem estudar conosco!

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Como fazer entrevistas no canal do Youtube?

Você já percebeu como alguns youtubers têm “estilo Faustão”? Fazem convite para collab, mas não sabem conduzir a entrevista. Se esse é o seu caso, não sofra. Se não for, é uma boa oportunidade para aprender como fazer entrevistas.

Compartilho aqui algumas orientações do tradicional Nilson Lage e seu livro “A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística”. Ele recomenda, entre outras coisas, que se faça anotações com palavras-chave.  Para que? Para não se perder no meio de tantos assuntos. Além disso, veja estas outras dicas:

“O repórter faz antes uma pesquisa e tem, portanto, ideia do que vai perguntar. No entanto, é engano imaginar que a preparação prévia de um questionário viabiliza uma boa entrevista: ela depende muito da maneira como é conduzida. Uma das chaves é saber perguntar sobre a resposta (…) Outra chave é manter o comando da conversa, impedindo que ela se desvie do tema, seja por digressões do entrevistado, seja pela discussão da validade ou oportunidade da entrevista. A melhor estratégia, quando isso acontece, é apresentar uma nova pergunta, mudando de assunto, para retornar posteriormente ao ponto problemático”

O ambiente do Youtube é totalmente diferente. O estilo também. A abordagem não deve ser a mesma utiliza nos veículos tradicionais (TV, rádio ou impressos). Entretanto, técnica de entrevista é a mesma!

Se você lidera a conversa e sabe o que perguntar e como perguntar, com certeza será algo que vai despertar o interesse de quem está assistindo. Nilson Lage já destacava em seu livro:

“Há dois aspectos numa entrevista que devem ser considerados. O primeiro é certamente o conteúdo; o segundo, a personalidade (simpática ou antipática) do entrevistado”

Com base nestas dicas,  você (criador de conteúdo) já vai poder mudar muita coisa no seu canal do Youtube. Em breve vamos compartilhar mais dicas para outros segmentos. Bons estudos e bom trabalho!

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Linguagem, pensamento e realidade

Tudo aquilo que conhecemos já está “rotulado”. Temos escola desde o início da vida justamente para aprender o que é cada coisa. Nas cartilhas do jardim da infância é comer ter figuras e assim o (a) professor (a) vai explicando o que cada uma.

Então, a palavra e o seu significado praticamente se tornam uma coisa só. Aqui vou compartilhar um pedaço desse “universo” que é o estado da linguagem. É o estudo dos pesquisadores britânicos Charles B. Ogden e I.A. Richards (de 1923). Se você é da área de Comunicação e estuda para concursos, com certeza encontrou algo sobre nos livros de Teoria da Comunicação. Eles chegaram à conclusão de que a LINGUAGEM é a responsável por organizar essa realidade com o que aprendemos.

Segundo trecho do livro “Teoria da Comunicação” do Modelo de Ogden e Richards:

“No livro ‘O significado de significado’, autores partem de uma questão óbvia: quando conversamos, as palavras criam significados em nossa mente. Esses significados ligam a linguagem e o pensamento em uma relação de causa e efeito: quando dizemos uma frase, nosso pensamento causa uma série de expressões linguísticas; ao ouvirmos o que é dito, essas palavras produzem em nossa mente um significado.

O ponto de partida é que não existe nenhuma ligação necessária entre uma palavra e o seu significado. No entanto, na vida cotidiana, essa ligação parece óbvia: as expressões estão indelevelmente ligadas ao seu significado, e portanto não há como pensar em uma palavra  sem pensar no conceito definido por ela”

Vamos estudar?

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O que são cyberpunks?

Um mundo hipotético onde poderíamos nos conectar diretamente a um sistema (via computador) e com isso viver outra realidade. Hipotético? Not.

“O termo cyberpunk ganhou força nos anos 1980 para designar uma série de romances escritos por autores como William Gibson, em particular por conta de seu Neuromancer, onde descreve uma sociedade do futuro no qual seres humanos podem se conectar diretamente a computadores e, com isso, entrar em um mundo virtual. A literatura cyberpunk atingiu um dos maiores graus de divulgação com a trilogia Matrix”

Alguns exemplos de como isso já acontece:

Nunca a literatura/dramaturgia esteve tão perto da realidade!


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O emprego da cor na Ilustração

Vamos estudar como as cores podem contribuir ou não com uma boa criação publicitária?

Estas são as finalidades da cor na Publicidade:

  • Chamar a atenção
  • Dar mais realismo aos objetos e cenas
  • Estimular a ação
  • Embelezar a peça e torná-la mais atrativa
  • Formar atmosfera adequada

A realidade do mercado é que em muitos casos é difícil ter uma equipe completa de criação ou pelo menos uma dupla (redator e diretor de arte). Então, se você vai trabalhar com produção de conteúdo para redes sociais, é bom favoritar este post.

“Segundo Hepner, existem diferentes associações de ideias ou estados de espírito provocados pelas cores:

Vermelho – lembra fogo, calor, excitação;

Rosa- suavidade, frescor;

Laranja – calor, ação, força;

Marrom – riqueza, solidez, luxúria;

Amarelo – claridade, esportividade, desenvoltura;

Azul-marinho – frio, formalismo;

Azul-claro – frescor, fragilidade;

Verde-escuro – doença, menor valor;

Verde-claro – frescor, inovação;

Púrpura – realeza, imponência;

Cinza – maciez, docilidade;

Branco – pureza, limpeza;

Preto – força, mistério, suspense”;

As informações desta publicação tiveram como fonte o Livro “Propaganda – teoria, técnica e prática”, de Armando Sant’Anna, Ismael Rocha Junior e Luiz Fernando Dabul Garcia.

Gostaram? Em breve vou divulgar mais dicas =)


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