Como se cria um slogan?

O slogan ideal é aquele pelo qual as pessoas se apropriam e até esquecem da marca? Ou o ideal é a marca fazer parte da frase?

De acordo com a referência Armando Sant’Anna,

“Um bom slogan deve consistir de uma frase curta, concisa e eufônica (de som agradável) e ser simples, claro, apropriado e distinto, com um toque de originalidade, se possível. Como os títulos, o slogan deve expressar algo específico e concreto, e não simples generalidades ou abstrações”

Imagine um limite de quatro a seis palavras.

Esse poderia ser o limite para a criatividade. Veja alguns exemplos bem antigos:

  • Tem coisas que só a Philco faz pra você

  • Não esqueça a minha Caloi

A criatividade é um desafio diário para quem produz conteúdo para redes sociais. É como se você precisasse escrever um slogan por hora. Neste contexto, a criação publicitária também incorporou a utilização de memes para se aproximar mais do público. Tudo com a utopia de que aquele texto será inesquecível e, no final, vai converter em empatia (vendas/apoio às causas da marca).

A teoria do Círculo de Bakhtin propõe uma Análise Dialógica do Discurso e com isso também podemos usá-la como base para o estudo de slogans publicitários. Essa teoria questiona que a linguagem é formada pelo “sujeito” e este depende fortemente do “outro”. É que o “outro” é uma condição para a existência do “eu”.

Isso fica bem evidente nos slogans de campanhas eleitorais, em que se é feita a associação daquilo que o candidato julga ser o mais importante da campanha com os termos mais fáceis para a população aprender a frase. Em muitos casos isso é feito sem nenhuma análise ideológica. Mesmo assim é possível ver o acerto e os erros de suas equipes de marketing nessa hora usando a teoria de Bakhtin.

Mas acerto não é apenas sorte. É exercício associado à criatividade!

E aí, vamos estudar! Aqui no Blog da Escola de Redes Sociais você encontra dicas de ferramentas, novidades do mercado, conceitos e teorias tão importantes para o nosso trabalho! Aguarde o próximo artigo!

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Teoria das Cores – Estudo de Bamz

O psicólogo Bamz defende o fator idade versus preferência na manifestação de uma pessoa por determinada cor. Segundo pesquisas, o cristalino do olho humano vai gradativamente se tornando amarelo com o passar dos anos.

Uma criança absorve 10% da luz azul, em contrapartida um idoso absorve cerca de 57%. Ao observarmos os adultos fazendo compras poderemos notar que os mais idosos dão preferência a produtos contidos em embalagens em que prevalece a cor azul.

Vermelho 01 a 10 anos espontaneidade e efervescência
Laranja de 10 a 20 anos  aventura, excitação e imaginação
Amarelo de 20 a 30 anos arrogância, força
Verde de 30 a 40 anos diminuição da agitação juvenil
Azul de 40 a 50 anos  inteligência e do pensamento
Lilás de 50 a 60 anos lei e misticismo
Roxo além dos 60 anos benevolência, saber e experiência

Todos estes fatores e outros estudos sobre as cores devem ser analisados na hora de definir como será apresentado o site/Aplicativo. Um dos princípios padrões para o Arquiteto da Informação é a atração que a plataforma deve ter para o usuário. O ambiente deve ser agradável de acessar e como cores que chamem a atenção para os locais que se quer de destaque. Devem facilitar a navegação no sistema.

Bons estudos!

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Os princípios de Manovich e a interatividade nas redes sociais

A sequência de páginas que encontramos durante uma busca no Google e a transformação de textos/vídeos/imagens em números foram elementos estudados pelo pesquisador Lev Manovich. Ele criou cinco parâmetros (princípios) que definem a programabilidade da Internet.

“Para Manovich, inovações da sociedade industrial começaram a introduzir o tipo de experiência midiática que, com os computadores, atingiu seu ápice”. 

Cinco princípios de Lev Manovich:

 

  • Representação numérica
  • Modularidade
  • Automação
  • Variabilidade
  • Transcodificação

 

Representação numérica – é a capacidade de representar fotografias, vídeos e outros arquivos digitais nos computadores baseia-se nos princípios de representação numérica e modularidade.

Modularidade – é como cada unidade de uma mídia digital pode ser vista como um “todo” formado por mais unidades, até chegar às partes indivisíveis (os bits). Por exemplo, bits formam letras, que formam palavras, que formam parágrafos, que formam textos como este.

Automação – é, por exemplo, a  capacidade do Google de gerar páginas compostas de imagens ou links de outros websites ilustra perfeitamente a capacidade de automação da mídia digital. Os algoritmos de busca podem reunir as unidades das páginas em novas organizações. Também temos como exemplos os vários experimentos que o Facebook faz em seu algoritmo para mudar a relevância dentro das suas páginas de Feed.

Variabilidade – Esse nível de autonomia significa que em cada operação, cada vez que usamos
um software, as experiências serão diferentes. As nuances podem sofrer desvios de diversas nascentes: diferentes peças de hardware, qualidade e resolução da tela do monitor, preferências pessoais selecionadas nos menus do software etc. Neste caso, também podemos citar as mudanças que um Aplicativo tem quando acessado via celular Android ou via iPhone. Sua apresentação pode variar dependendo do dispositivo.

Transcodificação – é mudar o formato de um produto de mídia. Exemplo: transformar uma Página de Facebook com seus posts de texto, vídeo e foto em uma planilha de Excel com seus dados organizados em gráficos e tabelas.

Os dados de Analytics das Redes Sociais, entre outros, podem ser exportados para outros formatos (XLS, CSV). Com isso, fazemos a transcodificação de uma Página da Internet para uma Planilha da Microsoft.

Gostaram? Continue acompanhando que o Blog Social Media sempre vai divulgar as novidades do mercado e os artigos que embasam de acordo com a teoria. Bons estudos!

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O que é interatividade?

A interatividade já existia bem antes desses sites e aplicativos de redes sociais. Saiba que Machado de Assis já incluía em suas obras uma proposta de interatividade do narrador da história com o leitor. É o chamado Discurso Metalinguístico: 

A interatividade é dividida em:

  • Reativa

  • Mútua

A interatividade reativa é aquela dos portais do final dos anos 90 e início dos anos 2000. Nessa época, as páginas era estáticas. O usuário não tinha como contribuir com o conteúdo.

Quem lembra das páginas tipo HPG (home page grátis)? Os portais de notícias também não tinham notícias ou posts vindos dos leitores. Era pautado apenas pela chefia da editoria.

Manual dos Curiosos

A interatividade mútua também pode ser chamada de conteúdo colaborativo. Disso temos muitos exemplos nos últimos dez anos.

Hoje temos veículos tradicionais de Comunicação pautados pelas redes sociais. O principal tema do dia vira matéria, os influenciadores de destaque se tornam celebridades, etc.

O público que vê algo irregular no trânsito pode filmar e ao meio-dia o vídeo já está no principal jornal de TV local. Isso mudou a forma como se fazia o Jornalismo e se tornou vital para a manutenção/conquista da audiência.

Que este post possa contribuir com sua pesquisa. Em breve vamos divulgar mais dicas! Bons estudos!

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Arquitetura da Informação – Como criar um Aplicativo?

É essencial que o Arquiteto da Informação (AI) participe de todas as etapas para criação do Aplicativo. Isso pode parecer normal e desnecessário citar (para quem não é deste mercado), mas a falta desse profissional é uma falha em muitos projetos. Quem vai descobrir o problema no final? O usuário e em seguida o proprietário da iniciativa, pois vai ver que o objetivo do seu projeto não foi alcançado.

Separamos as etapas para breve descrição da importância do trabalho do Arquiteto da Informação me cada uma delas:

Briefing 

O AI vai saber obter do cliente as informações necessárias para a boa desenvoltura do projeto. Afinal é importante saber o objetivo, para que o aplicativo serve e quem teria interesse em usar a plataforma.

Planejamento e avaliação do mercado

Nesta fase você tem rascunhos e organização das informações sobre o que os aplicativos concorrentes já oferecem. A interface é avaliada cuidadosamente, pois além da inspiração, o arquiteto da informação também aposta naquilo que já sabe que o público é bem habituado a usar.

Criação do protótipo

No mercado, há diversos softwares para que o AI coloque em prática seus rascunhos. Em seguida serão desenvolvidas todas as telas do Aplicativo pensando no usuário final, todos os cliques, seus costumes e formas de facilitar seu uso. Aqui tem uma lista de ferramentas para prototipagem.

Fase de testes

O trabalho do AI não termina ao criar o protótipo de aplicativo. Ele vai acompanhar e testar o softwares nas diversas plataformas (onde ele será acessado). Em seguida vai fazer um report para ver se ele atende às normas e parâmetros já definidos pelo mercado.

Gostaram? Em breve vou publicar mais dicas com suas devidas especificações.

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O que é a pirâmide invertida?

Colocar as principais informações no tópico frasal (primeira frase do parágrafo) e em seguida responder as principais perguntas sobre o que,quem, como, onde, quando e por quê.

Você produz conteúdo para a Internet? Sabia que pode utilizar algumas técnicas de Jornalismo para aprimorar seu trabalho? Pois então, é por isso que este post é sobre a pirâmide invertida.

Segundo Felipe Pena, no livro Teoria do Jornalismo:

  • Em síntese, pode-se afirmar que o lead exerce uma série de funções no relato. Elas são as seguintes:

 

  1. Apontar a singularidade da história;

  2. Informar o que se sabe de mais novo sobre um acontecimento;

  3. Apresentar lugares e pessoas de importância para entendimento dos fatos;

  4. Oferecer o contexto em que ocorreu o evento;

  5. Provocar no leitor o desejo de ler o restante da matéria;

Parece simples, nem todo jornalista coloca isso em prática. Quantas matérias você já viu por aí que não esclarecem nada: “fulano disse”, “fulana não identificada”, etc.

Não precisa apenas analisar matéria. Basta pesquisar alguns posts de Páginas de Facebook, Twitter ou mesmo vídeos do Youtube. As pessoas ficam com dúvidas e comentam. Até se você colocar o lead completo corre o risco das pessoas perguntarem sobre o que já está escrito lá. Agora, imagina se você não coloca todas as informações?

Histórico

O lead e o uso da pirâmide invertida é uma clara influência dos EUA no Brasil. Foi implementado aqui na década de 50. O responsável foi Pompeu de Souza, no jornal Diário Carioca.

Pode salvar este post para quando for conferir o gabarito do seu próximo concurso na área de Comunicação!

Gostou? Aguarde as próximas dicas do Blog Social Media.

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Como criar conteúdo para o Stories?

Informação é toda novidade dentro de um sistema. E qual é a novidade dos Stories? É a vida do outro, o que está fazendo e a suposta felicidade do cotidiano. O mundo dos Stories começou com o Snapchat em outubro de 2013. Desde então, uma novidade dura no máximo 10 segundos.

Vamos trazer a Teoria da Informação para esta análise. Aquilo a que nos referimos como sistema é um conjunto organizado de elementos diferentes agrupados por uma unidade de funções.

No livro “Teoria da Comunicação”, de Luís Mauro Sá Martino, é citado como exemplo uma sala de aula com alunos e o professor. No cotidiano não haveria nenhuma informação. Todos os alunos são os mesmos, o professor e o ambiente também. Mas se chega um aluno novo, é informação, é novidade! Se chega um aluno com cabelo de uma cor nova, é informação, é novidade!

“A repetição de um dado diminui a taxa de informação na medida em que diminui a novidade”

Viu como a Teoria não está tão distante da realidade. Vamos raciocinar!

O Storie é um formato “novo” de conteúdo. Pois, não é tão novo, já que começou em 2013. É uma nova adaptação da realidade que antes era divulgada por meio de scrap no Orkut, de post no Blog, no Twitter, no mural do Facebook.

Antes de discutia a adaptação das obras de um livro para o cinema ou televisão. Agora, é como fazer isso de um post no mural do Facebook para transformar em Stories interessante para o público.

Quer saber como criar conteúdo para Stories? Vem estudar conosco!

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