Trabalho a mais!

Percebo que a escala da comunicação Cliente- Assessor-Imprensa- Público já não funciona mais! O Social Media realmente veio para ocupar um espaço a mais nesse processo.

Além atender a imprensa, coordenar a realização do clipping e fazer outras atividades, hoje, o profissional também precisa cuidar das redes sociais do seu cliente. Realizar tudo ao mesmo tempo pode não dar certo!

Gerenciar as redes sociais também dá muito trabalho. Afinal é preciso fazer pesquisa , verificar o que as pessoas estão pensando sobre seu cliente na internet. Depois disso ainda acompanhar tudo para saber como bolar ideias supimpas para as redes sociais. É… não é facil!

Novas escalas da Comunicação é

Cliente-Assessor-Imprensa- Público

Cliente- Social Media- Público

Espero ter contribuído com algum esclarecimento, pois na minha visão é assim que está o mercado.

😉 Have fun!

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2 comentários sobre “Trabalho a mais!

  1. Andrés Pascal disse:

    Percebi uma tendência alternativa a essas duas colocadas aqui. A aproximação cada vez mais clara dos clientes às mídias sociais, que normalmente trazem resultados proveitosos. Em grandes corporações isso acontece de forma meio tímida ainda, mas nas micro e pequenas empresas já é uma realidade. Porém, o melhor exemplo está entre os políticos.

    Essa conclusão pode ser comprovada com o twitter, que atualmente é a menina dos olhos de políticos no mundo todo. Aquele qus se dedica a ele, e não deixa a ferramenta nas mãos de sua assessoria, costuma ganhar seguidores fieis.Isso porque, o usuário do twitter não quer apenas ler notícias pontuais do mandato de um parlamentar ou de alguem que assumiu um cargo executivo.

    O twitteiro gosta de saber a opinião do político em assuntos que fogem ao tema “política”. Fica excitado em poder trocar palavras com alguem que ele conhece só conhece pela tv e pelos jornais. Ser citado na timeline por algum político de conteúdo nos traz a ideia de que contribuímos com o trabalho dele, que está voltado para a sociedade.

    Twitter de assessoria é maçante e facilmente perceptível. Logo perde a graça e ninguem gosta de seguir. A interação é limitada, independente do direcionamento que essa assessoria siga. Aqui em Manaus temos exemplos claros dessa teoria. Vereadores twitteiros são fenômenos no twitter, enquanto os “quase-fakes” se limitam aos amigos e correligionários.

    Mas tem algo que precisa ser levado em consideração nisso tudo. O político twitteiro tem que estar preparado para receber críticas e ser encurralado em alguns momentos. Os que tem rabo preso e passado obscuro não serão poupados, de certeza. Em Manaus eles não são. Quem quer entrar tem que estar preparado para tudo, sob pena de apagar a conta no dia seguinte após a pressão.

    Boa análise, Aninha.

    Abrços

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    • Ana Célia Costa disse:

      Adorei a sua opinião Andrés! O político que não aprender a usar e interagir na timeline vai ficar de fora. Afinal o twitter é local de “conversa” e é preciso saber “ouvir ” também.
      É fácil saber quando quem twita é o assessor e isso pode acabar com a credibilidade do perfil!

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